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23/07/2001

G-8 promete lutar contra a pobreza no mundo

Agence France Presse

 

Os dirigentes dos sete países mais industrializados e a Rússia, que integram o G-8, concluíram seus trabalhos neste domingo, na ilha japonesa de Okinawa, prometendo, em sua declaração final, que "atacarão na base as causas dos conflitos e da pobreza no mundo".

 

No documento de 29 páginas, os chefes de Estado e de Governo do G-8 (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Itália, Japão e Rússia), que realizaram sua cúpula anual durante três dias na ilha de Okinawa, sul do Japão, ofereceram uma "nova associação" com os outros países, em especial os mais pobres, as organizações internacionais e a sociedade civil.

 

O G-8 decidiu acelerar o tratamento dos expedientes dos 20 países pobres altamente endividados a fim de que possam ter suas dívidas aliviadas ainda este ano. Os oito países disseram ter tornado seus "os objetivos internacionais" de reduzir à metade, entre 1990 e 2015, a proporção da população que vive em condições de extrema pobreza. Também assumiram os objetivos da ONU na luta contra a Aids, a tuberculose e a malária.
 

Em relação à segurança alimentar e, em particular, à questão dos organismos geneticamente modificados (OGM), o comunicado se limita a desejar um "consenso internacional mais sólido sobre a maneira de aplicar o princípio de precaução".

 

O G-8 mostrou-se receptivo às preocupações geradas pela globalização da economia. "Devemos reconhecer as preocupações que a globalização causa e conservar, ao mesmo tempo, o espírito de inovação que permitirá tirar maior proveito possível para o bem de todos", segundo o texto.

 

No texto, que reserva uma parte importante para a preservação de conflitos, o G-8 pede uma conferência internacional sobre o tráfico de diamantes, que "contribuiu para o agravamento dos conflitos e as crises humanitárias, em particular na África".

 

Depois de adotar no sábado uma "carta" para favorecer o acesso de todos à Internet, o G-8 promete, em sua declaração, que "aproveitará sem vacilar as possibilidades geradas pelas novas tecnologias da informação e as ciências da vida".

 

Ao contrário do que se esperava, o comunicado final não menciona a Rússia. Muitos participantes da reunião indicaram, no entanto, que o G-8 queria assinalar no texto seu apoio à política de reformas aplicada pelo presidente Vladimir Putin.

 

 

23/07/2000 - 10:11:48

 

Países do G-8 propõem nova rodada da OMC até o fim do ano

Agência O Globo

 

O G-8, que reúne os sete países mais industrializados do mundo e a Rússia, propuseram neste domingo, último dia da cúpula de Okinawa no Japão, que seja realizada até o fim do ano uma nova rodada de negociações multilaterais na Organização Mundial do Comércio (OMC) para a liberação do comércio global.
 

Depois do fracasso da conferência de Seattle, em dezembro passado, os dirigentes do G-8 desejam um novo ciclo de negociações comerciais, "com um programa ambicioso, equilibrado e global e que traduza os interesses de todos os membros da OMC".

 

Integram o G-8 os líderes de Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Itália, Japão e Rússia.

 

 

21/07/2000 - 11:12:34

 

G-8 teme que alta do petróleo afete crescimento mundial
Agence France Presse

 

Em uma declaração na cúpula do G-8, que começou nesta sexta-feira em Okinawa (sul do Japão), os principais países industrializados do mundo expressaram sua preocupação em relação ao impacto negativo da volatilidade dos mercados do petróleo bruto sobre o crescimento econômico mundial.
 

"Ressaltamos a necessidade de reforçar a estabilidade dos mercados do petróleo para contribuir para um crescimento sustentado e para a prosperidade tanto dos países produtores como dos países consumidores", destaca o texto.

 

Os países do G-8 constatam que "as perspectivas de crescimento da economia mundial melhoraram" desde a cúpula da Colônia, em 1999, mas advertem que "são necessárias uma vigilância permanente e novas ações para garantir um crescimento duradouro, forte e equilibrado".

 

 

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