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Organizações Econômicas
O capital norte-americano direcionado para a Europa, através de linhas de crédito ou de investimentos, foi de grande importância na recuperação econômica européia, no pós guerra.
A política de reconstrução e
reestruturação da economia européia no pós guerra foi apoiada
pelos Estados Unidos, que, além do acordo militar que iria
realizar com vários países, buscou firmar seu poder na Europa
Ocidental através de um plano de ajuda econômica, o Plano
Marshall. Esse plano consistiu em fornecer matéria prima e
capital aos países destruídos pelo conflito. A reestruturação da economia foi marcada pela entrada maciça
de investimentos realizados por empresas norte-americanas, que
passaram a encarar a Europa como alternativa para sua expansão.
Os grandes grupos industriais europeus foram se fortalecendo e
acabaram por manifestar uma tendência monopolista de produção,
organizando-se em forma de trustes e cartéis. Os trustes se formam quando grandes empresas incorporam seus
concorrentes menores, assumindo o monopólio de determinado ramo
de produção. Os cartéis se formam através de associações de
empresas independentes, que por meio de acordos estabelecem o
controle administrativo do mercado, determinando preços e
definindo áreas de ação. Tanto os trustes como os cartéis
representam a limitação da livre concorrência na economia em
prol da maximização dos lucros dos grandes grupos empresariais.
Outra estratégia do capitalismo europeu, no pós-guerra, diz respeito à unificação econômica. Formam-se associações para a prática do livre comércio entre países, evitando as taxas alfandegárias de importação. Em 1948, foi criada a primeira organização desse tipo, o Benelux, e seguindo seu modelo logo surgiram outras, como a Ceca (1952), a CEE ou MCE (1957) - posteriormente chamada União Européia - e a Aelc (1960).
O MCE ou CEE (atual União Européia) foi a mais importante das organizações econômicas da Europa no pós-guerra.
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