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IDH dos Estados da Federação de 1991 - 2000

 

A educação foi responsável por 60,78% do aumento do IDH-M no Brasil entre 1991 e 2000. Já a renda contribuiu com 25,78% e a longevidade com 13,44% no crescimento do índice. Em todas Unidades da Federação, a educação foi o componente que mais influiu no aumento do IDH-M, sendo que em 21 delas, sua participação foi maior que 50% do acréscimo. O aumento do componente longevidade contribuiu positivamente para o crescimento do IDH-M em todos os estados, variando entre 15,15% (Santa Catarina) e 39,02% (Roraima) do acréscimo total do índice. Já o componente renda, apesar de sua contribuição para o acréscimo geral do IDH-M do Brasil, apresenta grandes variações quando são analisados os estados individualmente. A participação da renda varia entre –37,64 % (Roraima) até 35,15% (Santa Catarina).

 

Os cinco estados com maiores IDH-M no Brasil são, respectivamente, Distrito Federal (0,844), São Paulo (0,814), Rio Grande do Sul (0,809), Santa Catarina (0,806) e Rio de Janeiro (0,802), situando-se na faixa de alto desenvolvimento humano. Todos os demais encontram-se na categoria de médio desenvolvimento humano. Os cinco IDH-M mais baixos são: Alagoas (0,633), Maranhão (0,647), Piauí (0,673), Paraíba (0,678) e Sergipe (0,687). Em 2000, como em 1991, nenhum estado situou-se na faixa de baixo desenvolvimento humano.

 

Os estados que mais aumentaram o índice, entre 1991 e 2000, foram, respectivamente, o Ceará (passou de 0,597 para 0,699), Alagoas (de 0,535 para 0,633), Maranhão (de 0,551 para 0,647). Em contrapartida, os que menos cresceram foram: Distrito Federal (de 0,798 para 0,844), São Paulo (0,773 para 0,814) e Roraima (0,710 para 0,749). Isso reflete, parcialmente, o fato de que é mais difícil crescer a partir de um patamar mais alto do que de um mais baixo.

 

Os estados que mais subiram no ranking foram o Ceará (subiu da 23ª para a 19ª posição) e o Mato Grosso (da 12ª para a 9ª posição). Rondônia, Tocantins, Bahia e Goiás ganharam duas posições cada um. Os que mais caíram no ranking foram Roraima (da 8a para 13ª posição), Amazonas (da 14ª para 17ª) e Acre (18ª para 21ª). Sergipe e Pernambuco perderam duas posições cada. Os demais estados ou permaneceram na mesma colocação ou tiveram variação de uma posição para mais ou para menos.

 

 

UF

IDH-M

IDH-M

Variação no IDH-M

RANKING

RANKING

Variação no rank

 

1991

2000

1991-2000

1991

2000

1991-2000

 

 

 

 

 

 

 

Distrito Federal

0,798

0,844

0,047

1

1

0

São Paulo

0,773

0,814

0,041

2

2

0

Rio Grande do Sul

0,757

0,809

0,052

3

3

0

Santa Catarina

0,740

0,806

0,066

5

4

1

Rio de Janeiro

0,750

0,802

0,052

4

5

-1

Paraná

0,719

0,786

0,067

6

6

0

Goiás

0,707

0,770

0,062

9

7

2

Mato Grosso do Sul

0,712

0,769

0,057

7

8

-1

Mato Grosso

0,696

0,767

0,071

12

9

3

Espírito Santo

0,698

0,767

0,068

10

10

0

Minas Gerais

0,698

0,766

0,068

11

11

0

Amapá

0,691

0,751

0,061

13

12

1

Roraima

0,710

0,749

0,039

8

13

-5

Rondônia

0,655

0,729

0,074

16

14

2

Tocantins

0,635

0,721

0,086

17

15

2

Pará

0,663

0,720

0,057

15

16

-1

Amazonas

0,668

0,717

0,049

14

17

-3

Rio Grande do Norte

0,618

0,702

0,084

19

18

1

Ceará

0,597

0,699

0,102

23

19

4

Bahia

0,601

0,693

0,092

22

20

2

Acre

0,620

0,692

0,072

18

21

-3

Pernambuco

0,614

0,692

0,077

20

22

-2

Sergipe

0,607

0,687

0,080

21

23

-2

Paraíba

0,584

0,678

0,094

25

24

1

Piauí

0,587

0,673

0,086

24

25

-1

Maranhão

0,551

0,647

0,096

26

26

0

Alagoas

0,535

0,633

0,098

27

27

0

 

Fonte: www.undp.org.br

 

Disponível no site: www.frigoletto.com.br

 

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